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da esoccer bet: A Polícia Civil do Estado de São Paulo abriu, em setembro, um inquérito para investigar um suposto caso de lavagem de dinheiro no Corinthians. O Ministério Público solicitou a investigação após receber três denúncias anônimas. O caso é investigado pela 4ª Delegacia de Investigações sobre Lavagem ou Ocultação de Bens e Valores do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC).
continua após a publicidadeRelacionadasFora de CampoNeto comenta risco de queda do Corinthians e critica Renato Augusto: ‘Não pode ser titular’Fora de Campo02/11/2023CorinthiansRenato Augusto acredita em renovação ‘curta’ com o Corinthians e revela planos para o futuroCorinthians02/11/2023CorinthiansMano vê retomada de confiança e aponta briga do Corinthians no BrasileirãoCorinthians01/11/2023
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De acordo com o Uol Esporte, os investigados são: Duílio Monteiro Alves (presidente do clube), Andrés Sanchez (ex-presidente), André Luiz de Oliveira, conhecido como André Negão (conselheiro e candidato da situação à eleição presidencial), Manoel Ramos Evangelista, conhecido como Mané da Carne (conselheiro) e Fernando Garcia (empresário).
As denúncias dão conta de que o grupo estaria realizando transações financeiras fraudulentas envolvendo jogadores, contratações e patrocínios. Assim, a Polícia irá averiguar se os investigados utilizaram recursos financeiros do Corinthians para fins particulares, e se compartilharam informações confidenciais com terceiros de forma inadequada.
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Em nota, o clube classificou a denúncia como caluniosa e irá solicitar uma investigação policial para “”identificar os denunciantes e quais são seus reais motivos, justamente para que seja(m) correta e devidamente, responsabilizado(s).”
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VEJA NOTA OFICIAL DIVULGADA PELO CORINTHIANS
“Pessoas inescrupulosas novamente se utilizam do anonimato para tentar, caluniosamente, envolver o clube e terceiros em investigações. Há pouco tempo também assim agiram de forma similar, mas, como só poderia ser, essa apócrifa denúncia, sem amparo, foi sumariamente arquivada. Agora, por ser mera repetição e diante da absoluta falta de justa causa, novamente também será arquivada. Estamos, porém, solicitando investigação policial para tentar descobrir quem fez a denúncia caluniosa e falsa comunicação de crime e quais são seus reais motivos, justamente para que seja(m) correta e devidamente, responsabilizado(s)”.
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